quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

O SEGREDO DO GILGUL

Durante muito tempo me perguntei por que os mestres chamaram o retorno das Almas de Gilgul no sentido de Rodas e eu não sabia que lá num sonho em 2021, com a ajuda da Alma do Rav MishaEl, eu já havia recebido a resposta para esta pergunta, contudo, somente em 2025 quando comecei a estudar o Tikkunei Zohar, eu pude identificar o segredo da questão.

26, outubro, 2021 (restando 66 dias para o final do ano, gematria de Galgal que é Rodas, da palavra Gilgulim), sonhei:

Estou em uma mansão que fica no subterrâneo e contém uma quantidade muito grande de portas e havia um corredor que dava para a sala de aula onde o Rav MishaEl ensinava matemática. E esse corredor era o local mais profundo da casa, e mais tarde eu fico sabendo que há lugares ainda mais profundos que aquele. Havia um material branco que era o molde de toda a estrutura da casa, como que grudado nas paredes igual piso no chão, o corredor era tunelar, arredondado. E o Rav era o dono dessa casa e ele era muito rico e a casa muito tecnológica e ele usava um roupão de cor vermelha-bordô.

Essa casa era ao mesmo tempo, uma caverna e fui com ele até uma área mais externa acima e era a entrada da caverna, entrada muito ampla, tudo extremamente limpo, havia uma escadaria cumprida que dava de dentro para fora e de fora para dentro o que facilitava a entrada para tudo aquilo, havia duas palmeiras como ambiente mediterrâneo lá fora, e na sala de entrada era um lugar muito amplo, tanto que a claridade do dia invadia tudo, havia colunas onde a parede da caverna começava a afunilar e dali para as profundezas após não era acessível ao público. E o Rav pôs informação através de uma fita cassete inserida na Tv de tubo e apesar de esse tipo de Tv ser antigo e da fita cassete ser também algo ultrapassado, no sonho, na verdade, tais coisas tinham uma aura de supertecnologia assim como tudo na casa. A entrada dessa caverna ficava na casa de número 211 que existe na minha rua.

Então precisei descer até os quartos lá no subterrâneo e foi quando descobri que havia zonas ainda mais profundas que o local da sala de estudos abaixo, e nessas zonas ficavam outras salas de estudo e acessava essas profundidades mediante elevadores e eram em torno de cinco elevadores.

Os elevadores eram ultra tecnológicos, eles funcionavam de modo estranho, a automatização deles era muito dinâmica de modo que se moviam muito livremente como se fossem corpos com vida, eles eram cilíndricos e possuíam uns parafusos de mola na lateral.

E se clicava em algo, ele se abria e a pessoa entrava e ele se fechava imediatamente num movimento como se engolisse a pessoa, e depois que a pessoa estava lá dentro e descia passando por todos os andares subterrâneos da casa, sendo aquele que me referi, o último. Eles funcionavam em junção, quando alguém adentra num, os outros se fechavam e se abriam sozinhos e desciam e subiam quase como que numa dança automática, tinha que pegar eles todos parados senão era impossível conseguir entrar, podia até cair no fosso.

Hoje, 11 de dezemebro, 2025 - Shabat, 21 beKislev, sonhei que queria viajar até o Rav e fui a um aeroporto e no primeiro andar não tinha ninguém e era imóvel e plano, e veio um guarda e subiu comigo para o segundo andar e o elevador é literalmente uma plataforma com uma pilastra que se eleva girando em círculo para cima e eu chamo isso de subida ao nível do Ruach, e ali é móvel como se fosse um dirigível, e desce comigo a funcionária que ira efetuar a compra da passagem e penso comigo que vou escolher a poltrona mais luxuosa do avião e é uma poltrona dupla e ela se chama "Atik Master".


Resolução: 211 é 112 ao contrário. O giro dos elevadores é o Gilgul; a partir do dia 26 de outubro restam 66 dias para o final do ano, gematria de Galgal que é Rodas, da palavra Gilgulim, veja Tikkunei Zohar 96 folha 99b:

A palavra Guilgul vem de Galgal que é roda, pois as Sefirot são chamadas Rodas e ao adicionar a letra Váv que é o segredo de Zeír Anpin se esclarece o mistério das inúmeras voltas das Almas.

Eclesiastes 1, versículo 4: ‘Uma geração vai e uma geração vem’. Cada geração contém, no mínimo, sessenta miríades de almas. A expressão ‘geração vai’ se refere à letra Vav que vale 6, que se eleva e alcança o número de sessenta miríades nas seis sefirót que correspondem a essa Vav.

A Torá é tão sagrada que a questão dos Guilgulim está impressa na forma e junção das letras Yód e letra Váv. Vejamos:  “A letra Yud representa o ‘galgal’ — o movimento circular das rotações. É junto com a letra Vav que ocorre o guilgul, pois nela está o segredo do número ‘sessenta e seis’, pois a guematria de Galgal é 66, derivado do Yesód.

Sobre isso foi dito em Gênesis 46 versículo 26: ‘Todas as almas que vieram com Yaakóv ao Egito: sessenta e seis’. Esse número indica dois despertamentos: sessenta que vêm do pilar do meio, e seis que vêm do Tzadiq que é o justo e é Yesód. Tudo está aludido ali no qual ocorre o guilgul.

Além disso, o Yesód ali é o Yud, que gira dentro dele, repousa nele e reúne todos os guilgulim pelos quais passou. Por isso está escrito em Gênesis 2 versículo 2: ‘E completou Elohím, no sétimo dia, Sua obra que fizera’. A letra Váv do guilgul é o meio pelo qual o justo ascende às sessenta miríades: no próprio justo há seis; no pilar do meio há sessenta; e no Kéter superior — que é o Aléf — há sessenta miríades. Isso é o sentido de ‘uma geração vai e uma geração vem’. Rabi Shim’on então lhe disse: ‘O ancião ensinou que o guilgul está no Yesod; e ali o Yud gira dentro dele, repousa nele e nele descansa depois de todo o trabalho do guilgul realizado nos seis dias — que se elevam a seis na Vav; a sessenta no Yud (seis vezes dez); a seis mil no Aléf; e a sessenta miríades no Kéter superior. E isso é o que significa: ‘uma geração vai e uma geração vem, e a terra permanece para sempre’.”

É por isso que o ciclo das Almas é chamado de Roda que é Galgal a semelhança de uma roda que possui um eixo central que mantém tudo, esse é o Yod, o ponto que gira, as sefirót que são chamadas rodas, e a letra Vav é o raio da roda, a linha que sai do centro (o Yud) e eleva a alma em múltiplos movimentos cada vez mais se elevando.

Enquanto isso, o “ancião dos anciãos”, chamado Atiká de-Atikin, aproximou-se de Rav Shimon e explicou: “O mundo de cada justo é a própria Shechiná.”
Ou seja, a Shechiná é o ambiente espiritual onde o justo vive e com o qual ele se relaciona. “Cada sefirá é chamada de galgal (roda), e através do acréscimo da letra Vav ocorre o guilgul (o movimento de rotação).” Ou seja, as sefirot funcionam como rodas espirituais que giram, e a Vav é o canal pelo qual esse movimento circular acontece. Ele continua: “As seis sefirot nas letras sobem para sessenta miríades.” Isso quer dizer que as seis sefirot centrais (ligadas à Vav, cujo valor é seis) se expandem espiritualmente até o número de sessenta miríades (600.000), que é um padrão de plenitude espiritual.
Por isso se diz: “Uma geração vai e uma geração vem.” A expressão indica o movimento constante — um ciclo — dessas sefirot que se renovam como gerações. E ele conclui:
“Nenhuma geração é inferior a sessenta miríades, e ‘a terra permanece para sempre’ significa a Shechiná.” Ou seja: cada geração espiritual alcança, no mínimo, esse nível de plenitude (sessenta miríades), e a “terra que permanece para sempre” é a própria Shechiná, que continua existindo mesmo enquanto as gerações se sucedem.

Em 19 de agosto, 2021 eu havia tido um sonho com o Tony Stark e descobri por meio desse sonho que a gematria de seu nome Tony é 583. No sonho, todo o ambiente físico do sonho começa a se preencher de água a semelhança de quando se enche uma recipiente, e estou ali com o Tony Stark sobre uma espécie de prancha que era a própria água e começamos a mergulhar para mais profundamente e primeiro tinha o formato natural de água e conforme íamos mais fundo era um abismo negro feito de molas brancas e quanto mais descíamos nisso mais se tornava fractal como se não houvesse fim, e nessa primeira parte haviam como sombras nas águas, as sombras tinham forma de pessoas, e cada uma delas tinha profundidade como se as sombras fossem túneis ou buracos, e descíamos velozes caindo dentro de pessoas específicas, somente algumas tantas, e podia sentir a densidade dos corpos quando entrava neles e a identidade delas me estavam ocultas.
E assim que caímos para dentro de todas aquelas sombras destinadas, passamos o limite do mar e chegamos ao local das molas onde fomos mais a fundo até que eu acordei.

"O Vinho que produz alegria"

 


Shabat, 21 Kislev 5786

Primeiro sonhei que eu morava numa tenda e os externos não chegavam ali, e o meu pai adquiriu um conjunto de revistas eróticas únicas de coleção de mulheres famosas dos anos passados e esta revista guardava os aspectos singulares de cada uma delas e então peguei para mim. E após isso queria viajar até o Rav e fui a um aeroporto e no primeiro andar não tinha ninguém e era imóvel, e veio um guarda e subiu comigo para o segundo andar e o elevador é literalmente uma plataforma com uma pilastra que se eleva em círculos para cima e eu chamo isso de subida ao nível do Ruach, e ali é móvel como se fosse um dirigível, e desce comigo a funcionária que ira efetuar a compra da passagem e penso comigo que vou escolher a poltrona mais luxuosa do avião e é uma poltrona dupla e ela se chama "Atik Yomin Master". Após este sonho tenho outro no qual estou numa festa de gala, e o principal lá são as mulheres e elas dançam e o principal também é essa dança, e todas as mulheres estão muito elegantes e bonitas, com boas maquiagens e penteados e isso é o principal do foco do sonho. E agora eu estou me vendo na recepção desta Shabat, e há um imenso jardim ao estilo mediterrâneo com boas árvores e o chão de terra árida que levanta alguma poeira; por todos os lugares há mulheres belas das mais selecionadas do mundo todo e todas são dançarinas e estão ali em grupos, pois eu estou as selecionando específicas para mim, todas estão em alguma posição de dança, então ando entre elas averiguando tudo e estou usando um longo vestido lingerie transparente de renda com cauda na cor vermelha e os meus cabelos estão pintados de vermelho e vejo que todas as mulheres estão em aspecto semelhante, e estou encarnando a personagem Rubi no arquétipo Femme Fatale e tenho em minhas mãos e em minha posse muitas revistas de coleção com imagens em preto e branco de mulheres em muitos movimentos de dança e expressões corporais. E me vejo andando entre elas novamente atravessando um pequeno coreto em busca de vinho e a luz do sol revela a minha pele sob os pontos transparentes da lingerie e neste momento vivencio a feminilidade magnética do arquétipo, pego uma taça e levo comigo.

O SEGREDO DO GILGUL

Durante muito tempo me perguntei por que os mestres chamaram o retorno das Almas de Gilgul no sentido de Rodas e eu não sabia que lá num son...