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quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Gan Éden

 29, Abril, 2021 - 17, Yiar 




às 8:44

Eu estava na aparência do Indiana Jones, o sonho tinha uma referência ao filme O Reino da Caveira de Cristal. Eu era muito íntimo dos alienígenas. Existia um plano, eles vieram até mim para que eu participasse dele. Havia uma área manipulada pelo governo que os alienígenas pretendiam desativar. Eu ia ajudar na desativação de umas usinas. O comandante da nave falava constantemente comigo, pois era muito meu amigo.

Eu quis seguir a nave por terra numa motoca que eu tinha, contudo, o comandante quis que eu fosse lá dentro porque ela ultrapassava de um local para outro numa grande velocidade, então me passaram algo no corpo que era como uma roupagem e tal coisa me protegia da radiação de dentro da nave.

Uma nave menor rumou para o local-alvo, um tipo de instalação que alimentava eletricamente tudo em derredor por ali, as naves eram pretas no formato da casca de um besouro, redondas com as laterais quase quadradas. A pequena nave fez voltas em derredor da estrutura e lançava nas pernas dela uma fumaça que virava gelo e corroía o material de que ela fosse feita, essa fumaça se tornava algo a aparência de gelo e a estrutura começava a desmoronar. Eu observava tudo com o comandante a partir do visor de sua nave, depois desci da nave e desconectei um cano gigantesco que se ligava entre as casas que existiam ao redor, e aquilo causou uma devastação.

As naves eram invisíveis no céu. E toda aquela extensão de terra onde isso acontecia era um terreno que estava sob a minha guarda. A região era muito verde e montanhosa, cercada por mar, estava bem distante da cidade, era alta, o mar ficava lá abaixo das grandes rochas, era tão lindo, havia um campo imenso de grama-baixa onde existiam cá e acolá palmeiras longas... me lembrava em parte também as terras nórdicas onde há paredões de pedra e abaixo o mar.

Numa parte do campo havia a plantação de grãos, as gramíneas desse tipo de grão estavam verdes e bem altas, não estava no tempo da colheita, a minha motocicleta muito surrada estava escondida ali dentro, corri até lá, peguei, montei e subi até o ponto mais alto do campo. Quando eu estava subindo, as naves deram um voo rasante para o alto, se desfazendo em parte da proteção invisível e sumiram em direção ao Jardim.

Chegando no lugar mais alto, uns três metros para baixo começava a areia que dava para uma praia.

A frente, depois do desfiladeiro, havia um muro de pedra natural, com degraus longos para escalar o muro, eles não estavam rentes uns aos outros, nesse muro havia uma abertura quadrada, era uma porta feita na pedra, que adentrava toda a espessura do muro, e o chão dessa entrada estava bem feito de pedras batidas e bem organizadas, como aquela zona fazia parte do meu terreno incluindo o campo, era obrigação minha proteger aquela entrada, ninguém podia passar para o lado de lá.

Depois do muro havia mais montanhas verdes e lagos e mar e belezas maravilhosas que só de fitar pelo quadrado da porta eu desacelerei os pensamentos em contemplação, esse jardim e os aliens estavam conectados. Havia um seleto grupo de moradores, era um santuário onde trabalhavam e viviam e estudavam pessoas importantes na humanidade, eu podia entrar e sair dali porque eu protegia a entrada e estava trabalhando com os aliens que guardavam aquele local para os sábios, mas eu era apenas seu vigilante e não seu residente.

Eu permanecia olhando para a porta e estava debruçado entre o pequeno despenhadeiro e o outro lado até o muro para impedir a passagem de qualquer um, lá dentro havia pontes de madeira e via os sábios da humanidade passando de lá para cá nos seus afazeres e na frente da porta a partir do lado de dentro estava pairando um enorme pergaminho que era do mesmo tamanho do portal com uma lista do nome dos moradores locais.

E passei os olhos por toda a sua extensão e eu me disse "há alguém ali que eu conheço" e entre tantos nomes acima e abaixo eu vi o nome Ben Mahren Qadesh escrito com todas as letras e os nomes de baixo faltavam letras como que as pessoas que lá estariam ainda estavam no processo de completar sua ida. E como foquei no seu nome, eu não prestei atenção nos demais. Depois disso eu acordei.




Golgolet Cristal (גולגולת קריסטל) em hebraico corresponde exatamente à 887 que é o valor da expressão Gilui HaGilgul Ben Mahren Qadesh, esse é também o segredo de seu nome "Mahren" e "Ybur Maharal mi-Praga conforme explicada no artigo O Mistério do Número 887, vê aqui.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Mundo caleidoscópico - Fractais

 28, abril, 2021 - 16, Yiar

Eu estava com um jovem homem e eu disse que queria fazer sexo com ele. O homem estava contemplando o céu e quando eu olhei para cima tive uma visão que era o equivalente a sonhar dentro do sonho.

E as nuvens formavam o olho dele, minha visão se moveu e vi as nuvens formarem a parte esquerda de seu rosto, então minha visão se distanciou um pouco mais aumentando o plano de vista e surgiu uma seta desenhada nas nuvens e toda aquela visão era o mesmo que olhar para um globo terrestre e tentei acompanhar para onde a seta apontava e eu disse "América", e via perfeitamente os contornos do mapa da América, principalmente o mapa do Brasil e a seta apontava para o mar entre a América Central e a América do Norte e eu dizia "vai acontecer uma tempestade de ventos ali".

Tudo ficou tenso, porque começou a aparecer no plano da visão algo cuja base era quadrada e havia várias aberturas em formato de brechas/linhas, e essa coisa ficava se aproximando, eu tinha o forte palpite que era uma nave alienígena, aparecia em vários locais desse plano de visão que, na verdade, era o céu, como se eu olhasse para um globo terrestre do tamanho do mundo, e, ao mesmo tempo, estivesse olhando de baixo para cima.

A suposta nave começou a descer e eu queria escapar meus olhos daquilo, contudo, eles eram como as lentes de uma câmera que produzem elas mesmas a visão, e desceu tanto que lhe toquei a base e era de material denso, e conforme eu desviava os meus olhos, o mapa se movia sozinho como se alguém girasse o globo, em velocidade que eu não conseguia parar para observar atentamente, fiquei um tempo assim, meus olhos seguiam as voltas do globo e eu vi todos os países do planeta com todos os seus contornos geológicos, depois tornei-me concentrada e o mapa levava minha vista para muitos lugares do mundo, mas apenas lugares onde havia construções dos antigos, como, por exemplo, o Peru, tudo isso era aumentando milionésimas de vezes como se meus olhos fossem super lentes ultra HD 3D de milhares de píxeis de qualidade.

Aumentava muito ligeiro e na mesma rapidez me distanciava de novo, e isso me deixou angustiada, pois estava tentando guardar alguma informação visual completa da situação.

E isto era um sonho que eu tinha de olhos abertos e eu escutava alguém caminhando próximo e ficava tensa se as passadas dessa pessoa iam me tirar daquela visão e pedia para aquele homem que não deixasse isso acontecer. Então o mapa levou a minha visão por sobre o Egito e eu ajustava meus olhos para obter foco.

E a imagem ia se aproximando até que eu enxergava de cima exatamente as três grandes pirâmides, era colorido o sonho, inclusive as pirâmides eram muito visíveis, a areia marrom fresquinha no deserto todo e nas próprias pirâmides, uma visão muito bela, eu me encantei no sonho, eu parecia estar a noroeste delas, a primeira pirâmide a frente de meus olhos era a de Miquerinos, a seguir a de Quéfren, e lá por último a gigantesca Quéops.

Meus olhos ampliavam cada vez mais o campo de visão adentrando os compartimentos interiores da piramide maior e via camadas após camadas e mais camadas, parecia uma infinidade de camadas onde os meus olhos adentravam, cheguei a pensar que aquele único pedaço de imagem para onde eu ia era como uma cidade inteira e foi nesse momento que me lembrei que havia feito o mesmo nas pirâmides no Peru quando passei por lá e conforme eu ampliava mais me dava por conta que estava muito alto, mas eu escutei os passos da pessoa que andava por ali e isso interrompeu a visão e foi o mesmo que eu tivesse caído no chão.

Assim que despertei daquilo me voltei para aquele homem e retornei naquele jogo sexual do princípio do sonho, então ele veio até mim e espirrou sobre mim líquido oleoso perfumado e esse tinha a mesma função do sêmen para me atiçar os hormônios.

Alguns meses antes...

18, outubro, 2020 - 30, Tishrei

Eu estou numa cama de lençóis puros e brancos, ao redor da cama sobe um material fino modelado semelhante a madeira banhada a ouro simulando raízes que sustentassem a cama. Eu tinha a aparência de uma egípcia com a pele como âmbar escuro, estava muito enfeitada sentada no canto da cama, na minha cabeça havia uma grande pena presa numa tiara anelar. O meu corpo era coberto por um tecido branco transparente com grandes fendas nas laterais até os pés que calçavam chinelos de trança. Ao lado da minha cama, dois egípcios serviçais homem e mulher estavam ao meu dispor.

Um homem estava comigo na cama e no sonho ele era meu irmão e tínhamos um relacionamento sexual, contudo a imagem dele era destoante do restante do cenário, era expansiva como se tivesse sido mal construída. Então a minha mente se escapou de dentro da consciência egípcia e fui saindo daquele quarto e entrando em outros quartos, eu entrei em sucessivas portas e havia muita lama dentro de cada quarto e eu tirava a lama para entrar ainda outra vez numa outra porta, quando eu consegui tirar a lama, e entrar nessa porta eu adentrei à outra situação, agora era um local aberto, um tanto seco, as árvores tinham seu verde bem desbotado, o deserto nas antigas terras israelitas.

Quando cheguei ali, havia um senhor e usava uma fita avermelhada em redor de uma túnica e mais um tecido acima nos ombros de outra cor e ele olhava e rogava para os céus rezando fervoroso o Shemá no meio do campo, e ele, na verdade, estava também me abençoando, pois eu iria de viagem e eu era a filha mais velha dele.

E eu também possuia a minha própria consciência e com ela eu sabia que era um viajante do tempo. Havia comigo um grupo de pessoas daquela época, eu estava vestida como elas e queria mostrar para aquele povo que aquilo era uma construção holográfica-mental e pretendia libertá-los disso. Eles permaneciam orando num certo local acima de um rio que era onde deus aparecia para eles e me levaram até lá, pois lhes prometi que os faria atravessar o portal para outras realidades.

Então eu virei o rosto para frente e vi uma nave preta gigante, ela apareceu do nada assim como se surgisse no cenário, ela apareceu sobre aquele rio e eu apontei dizendo uma coisa como "vê não é aquilo que leva vocês para cima?" quando eu disse isso, a cena da nave aparecendo se repetiu e se repetiu, e a cada vez que se repetia abduzia alguém e foi aí que percebi que, na verdade, aquilo era um looping temporal que foi causado propositalmente para que eu não pudesse interferir, pois o meu intuito era atravessar o povo para o portal depois daquilo rasgando as realidades temporais.

Logo que entendi a situação, eu vi um portal - um buraco negro pequeno- se abrir na minha frente, acima do meu peito, era redondo e tudo escuro lá dentro, como costumam ser as imagens de buracos de minhoca nos desenhos, um círculo espiral rodando de frente para mim, e nem pensei muito, pulei lá dentro só que aquele looping e aquele buraco negro não eram perceptíveis àqueles que me seguiam, pois as suas mentes estavam presas só naquela realidade.

Então pulei no escuro e tudo era píxel, parecia escuro, mas era porque as cores em quadrados minúsculos estavam muito unidas, eu notava que estava presa eu mesma num loop porque parecia que eu caia para dentro dos píxeis e conforme caía, a imagem dos quadrados com as cores primárias iam aumentando de tamanho como se eu me aprofundasse me tornando menor, mas quanto menor eu ficava e os píxeis maiores, mais parecia que eu estava grande e os píxeis pequenos dando aquela ilusão de escuro profundo.

Então acordei.

Adendo : o Rav comparou este sonho à Visão de Ezequiel.

Em 15 de maio de 2021 (4, Sivan) eu sonhei de novo esse sonho.

Havia uma casa e um grupo de pessoas de uma mesma família moravam ali como escravas. Um homem muito famoso havia adquirido posse sobre essa casa e consequentemente sobre seus moradores. Eu era uma deles, mas não era tratada como tal, tinha liberdade para andar pelo lugar, então me vi subindo degraus de uma ponte e vinha da parte mais baixa onde fica a casa para um local mais alto onde havia liberdade e ali um portão que era na exata semelhança da tampa de um cofre de banco.

O meu objetivo era libertá-los e partir com eles, alguns já haviam escapado, contudo, eles não conheciam a rota e se perderam.

Tínhamos uma profunda ligação aquele homem e eu de modo que o anseio sexual entre nós era muito forte e andávamos sempre juntos, no passado havíamos nos separado. Ele não queria liberar os moradores. Esse homem tinha muitas posses e ele era famoso no seu trabalho de modelar vidro, ele era um herói, saia da casa para caçar um animal quimérico a semelhança de uma pantera. Havia uma constante festa na casa de pessoas do mesmo círculo social dele que comprovam suas peças de arte.

Eu procurava distraí-lo para esconder os planos dos escravos que reuniam seus objetos para escapar, pus um manto de pele verde sobre os meus ombros e o conduzi para uma área a parte, um pequeno jardim na lateral e eu o seduzi ali. Depois ele voltou e os seus soldados e o povo da festa que também eram os soldados seguravam os escravos impedindo-os de escapar, corri para o salão e não havia saída, foi então que veio à minha mente que procurávamos escapar para o planeta Terra, mas a rota não nos era conhecida, então olhei para o céu e vi uma nave alienígena gigantesca no formato plano com as laterais levemente arredondadas e ela era toda branca e nunca tinha visto uma nave branca antes em sonhos, e ela veio para levar a família de escravos para o planeta Terra.

A gematria de Fractal (פרקטל) é a mesma de Sefirot - 419 e Ybur 288 que é uma fração de uma fração.

Refinando as centelhas da Qlipot Nogá

 18 de março, 2024