quinta-feira, 11 de julho de 2024

GILGULIM EM ANIMAIS




3, maio, 2021


Tive uma repetição de sonho, contudo hoje foi muito claro e numa sequência  muito boa e dentro do próprio sonho me lembrei do anterior. Eu estou dentro de um apartamento e atrás dele segue uma floresta muito densa.

Eu estou com um menino ruivo e esse menino se torna um cachorro e o cachorro se torna num gato brincalhão de pelo alaranjado e o gato se torna num passarinho e esse passarinho observa um aquário que está sobre uma mesinha. Dentro do aquário há um ecossistema com dinossauros de espécies diferentes disputando numa cadeia alimentar, e as vezes é como se o pássaro participasse daquele ecossistema e eu vivia o pavor dele na sua vulnerabilidade. 

Meu pensamento está em vários níveis diferentes de percepção como se fossem realidades simultâneas. Eu estou dentro do passarinho agora e é muito desesperador tenta voar dentro do apartamento e me debato de lá para cá até sair por uma janela mata a dentro. A floresta me assusta tudo é muito grande, pois tenho alguma percepção do meu pequeno corpo.

Minha consciência é limitada como se tivesse sido cortada uma grande parte, eu não penso em nada, apenas vivo o medo constante de ser capturado e só consigo perceber essa limitação quando minha mente vai para fora e me torno eu mesma e então faço as comparações. Volto a ficar limitada.

Depois é como se aquela floresta se tornasse na pré-história e vejo um dinossauro voador que carregava ovos dentro das garras e tudo o que entendo é que preciso atravessar aquela floresta, então pego carona no dinossauro, eu pouso sobre as patas dele. Eu vejo uma abertura entre as árvores e há um sol nascendo e lá adiante há uma vila de pescadores e vejo dois homens seguindo para a pesca.

E miro numa poça de água na lateral da rua de terra, meu objetivo é pousar ali, vou efetuando o vôo sinto a dificuldade do vento sobre as minhas asas desequilibrando e isso é cansativo demais para mim. Conforme vou me aproximando já não tenho mais a forma de pássaro, sou uma forma invisível humana e pouso exatamente sobre as águas de barriga para baixo e acordo do sonho.


Então no dia 2 de dezembro de 2021, eu anotei no Facebook, eu continuava a minha primeira leitura do Shaar HaGilgulim na Haqdmah 22 sobre os quatro elementos que diz:


"Quando uma pessoa morre, ela é punida por todos os seus pecados antes mesmo de entrar no Purgatório. Existem muitos tipos de punição, todos os quais são chamados de ' gilgulim ', através dos quais uma pessoa pode reencarnar: em domaim [mineral] , tzomai'och [vegetação] , chai [inanimado] ou em midabair [outra pessoa] . Quase todo mundo deve passar por esses gilgulim."

"Assim, depois que uma pessoa perversa morre, ela pode reencarnar em uma rocha inanimada como resultado dos pecados que cometeu em sua vida, ou em vegetação, ou em um animal - se seus pecados fossem semelhantes aos animais.

A pessoa que reencarna dessa forma permanecerá lá por um determinado período de tempo até que tenha sido purgada do pecado que a fez reencarnar na vegetação. Depois, ela será elevada ao nível do reino animal e, quando o tempo estiver completo, ela será elevada ao do homem."

Embora a ordem de ascensão seja do domaim para tsome'ach , depois para chai e finalmente para midabair , às vezes uma pessoa pode subir dois níveis ao mesmo tempo.

Por exemplo, se uma alma reencarnasse em algo domaim, como pó, e um animal aparecesse e comesse grama que tinha pó, então essa alma agora reencarnaria naquele animal...

[De acordo com o princípio "a natureza do alimento é tornar-se o comedor". ( Likutei Moharan ) Isso é realizado pela digestão.]

…assim subindo dois níveis de uma vez. Às vezes, ele pode até reencarnar todos os níveis de uma vez - de domaim a midabair - se uma pessoa comer comida que tenha pó no qual uma alma reencarnou. Alguém que reencarnou em água e sal não é considerado parte de domaim , mas sim tsome'ach , já que a água é doadora de vida - ela flui e não é estacionária como poeira. O próprio sal é feito de água e, portanto, é considerado parte de tsome'ach (...).


E então eu entendi, em parte, o sonho que tive.

sexta-feira, 5 de julho de 2024

SONHANDO COM O MESSIAS

 12, Elul, 5781





Casa 33

Havia um pedreiro arrumando o meu quarto e desenhou na parede com tinta e espátula um animal místico. Ele era lindo e voava, suas duas asas estavam voltadas para a esquerda como se efetuasse uma dança no ar, era branco e possuia dois chifres brancos que eram finos galhos que estavam apontadando para os céus. O seu pescoço estava contorcido com a sua cabeça voltando-se para cima, pois ele contemplava as alturas mesmo estando de olhos fechados. Se parecia a uma pomba no corpo, contudo o pescoço se parecia a um cisne, mas os seus longos chifres faziam-me lembrar um cabrito branco ou algo como um cervo. E cheguei a pensar "mas a pomba tem chifres?". E despertei.











O balé do Messias





14 de Março de 2021

Sonhei. Subi até umas montanhas muito verdes nas Highlands (Terras Altas, veja o artigo sobre os 36 Imortais do Rabi) e entrei por uma caverna para um outro mundo e lá havia uma casa feita de cristal e nela morava um moço de 36 anos, me disseram. Ele fazia cálculos intermináveis a procura de uma equação. Eu li os cadernos dele e pretendia levá-los comigo, mas me arrependi. Eu ouvi que o seu nome é 216. E sai desse sonho e sonhei de novo no mesmo local. Dessa vez saí por uma viela e caminhei por ali e havia um coreto e um grupo de pessoas vestidas de branco praticavam Tai Chi Chuan e andei mais e havia um pequeno jardim, nele uma estátua de mármore de uma ninfa, das mãos dela jorrava água, um unicórnio branco vinha e se alimentava nas suas palmas e era a primeira vez que vi um unicórnio.
Ele se deitou ao pé de uma árvore ao redor de uma valinha por onde escorria água e havia um aviso proibindo de tocar o animal ou interagir com ele, mas eu estava deslumbrada e lhe toquei, ele se assustou e ficou descontrolado. Então eu escapei dali.

Mais tarde em outro sonho me mostraram que a equação que ele procurava era o 314 e isso é referente ao Cohen Gadol e é por isso que seu nome é 216. Também é por isso que o sonho ocorreu no dia do Pi e esse 14 de março é o 73 dia no ano da palavra HaChacham - o sábio ou simplesmente Chochmah.

Aharon é o Cohen Gadol. Quem é Aharon? מי אַהֲרֹן é 583.




Tzafenat Paneach 

Refinando as centelhas da Qlipot Nogá

 18 de março, 2024