segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Viajando no Corpo - Steven Spielberg

 17, fevereiro, 2021 – 5, Adar

Eu estava na BR-222, havia um homem comigo, ele disse que me faria lembrar do sonho anterior daquela noite. Então estava sonhando já o sonho de antes, o cenário era o mesmo, uma cidade. Em um momento a estrada estava fora do cenário e colocamos as cinco prostitutas do sonho anterior para memorizar cada qual uma letra que estava numa placa ali a fim de que eu pudesse me recordar do sonho ao retornar dele.

Entramos na cidade e a primeira coisa que vi foi uma grande quantidade de letras alienígenas e estavam gigantes dispostas ao decorrer da pista e tentei memorizá-las, mas era demasiado, e foi quando surgiu uma grande placa na estrada com cinco dessas letras e isso era exatamente aquilo que as prostitutas estavam memorizando; os alienígenas compilaram a informação naquelas cinco letras.

Olhava para as letras e me pareciam como troncos de árvores retorcidos de muitos jeitos e eram no formato que fazia lembrar as letras X, W e Y ou coisa assim muito orgânicos como se fossem vivos, tamanho o seu realismo.



Havia um tronco de árvore por detrás como um muro que se estendia por toda a pista para onde eu olhasse e aquilo, na verdade, era uma frase ou uma conversa, ou uma escrita, mas na mesma linguagem orgânica que estava nas placas, eu pensei em serpentes pela sua textura, o homem comigo disse que tínhamos que descobrir primordialmente o que era aquilo, pois estava em todo o sonho e era o mais recorrente; quando me virei para o lado oposto, parecia estar numa cidade grega, tudo estava feito em mármore branco brilhante, os prédios gregos e o chão eram lindos e limpíssimos, espantou-me o brilho de sua limpeza.

As Amazonas eram a polícia daquele local e faziam a ronda, andavam num mesmo passo como que unificadas. O seu traje era de material muito fino como pele de animal, alguma coisa como pele com escamas bem pequenininhas de peixe ou cobra, ou coisa igual na cor cinza prateada, e era tão orgânica, até as sandálias-botas delas era feito disso.

Então eu já era o jovem Steven Spielberg e havia uma garota ruiva que também era eu, eles tinham uma relação amorosa, minha consciência se dividia para dentro dos dois ao mesmo tempo. O Steven investigava meus sonhos escritos num caderno e então cortou ele em três quadrados em escala um dentro do outro.

Eu-Steven estava numa câmara em formato de ovo bem esticada quando ela sumiu comigo e quando reapareceu eu era já na forma de uma mulher e o meu cabelo era completamente branco, ainda outras mulheres haviam saído dali antes de mim de forma que a minha consciência estava dividida dentro da garota ruiva e dentro do jovem Steven.

Um pessoal nos arredores conversava sobre o espaço sideral. O Steven Spielberg estava com um tablet em mãos e embora me pareceu muito, isso era antigo no sonho, pois estávamos numa época em que o homem ainda não tinha ido à Lua.

No tablet passava imagens da Lua, agora o que o Eu-Steven estava segurando era uma máquina fotográfica profissional e a lente telescópica se esticava exatamente como o braço robótico de um rover e isso com as imagens da Lua causava com que parecesse que o rover estava andando na Lua e eu estivesse vendo aquilo a partir da câmera do rover.

Um homem velho dentro daquele grupo chegava e me acusava quando eu estava sendo a garota ruiva, ele dizia ao Steven que ela não era tão pura como ele, então minha consciência dela dentro dele ficou um pouco ressentida com isso, contudo rapidamente a mente dele dominou a situação. Foi quando tive uma visão e via ela e parte de seu cabelo era ruivo e a outra parte era branco por uma condição genética.

O significado desse sonho é...

Essa foi uma viagem por dentro do corpo de alguém.

Ao acordar me dei por conta que as “letras” que vi eram os cromossomos sexuais e a parede similar a um tronco de árvore, na verdade, era todo o código genético disposto ali. Em sonhos depois, aquele traje que era no material de uma pele com escamas apareceu outras vezes como sendo referente a uma camada espiritual que permanece na região sexual.

Depois fui pesquisar o Steven Spielberg e descobri que ele faz aniversário no mesmo dia que eu 18 de dezembro. Um tempo depois eu sonhei que o Harrison Ford me conhecia pessoalmente e ele vinha até mim e elogiava um sapatênis branco que eu usava e nesse sonho ele aparece na aparência do Indiana Jones e o sonho todo é com ele.


A Altura do Shofar

 10, dezembro, 2020 – 24, Kislev

Estive viajando por muitos lugares a partir de portais, contudo isso era teletransporte. Fui parar na Matriz (número 26). Havia um parente meu e ele era o Rav, estava vestido de branco com o pescoço rodeado de contas, estava sentado em algo que lhe permitia locomoção, pois suas pernas estavam estagnadas. Eu disse a ele que havia começado a aprender hebraico. Então veio a minha mente um Alef gigante e junto dele a imagem de um boi e fiz essa correlação. Eu conseguia me teletransportar por meio do conhecimento do hebraico, eu visualizava isso como se olhasse para um mapa vivo por cima como se viajando de teco-teco.

Eu tinha dois mil reais que consegui estudando hebraico. Havia alguém leiloando um Tanach ali mesmo, o meu valor era o mais alto. O dono do Tanach escolheu o meu lance, a moça ajudante me deu o bilhete com o valor real dele e não me recordo exatamente, a não ser que tinha o número 8 com muitos zeros mais alto que o valor que eu dispunha.

A moça que cuidava da preciosidade me disse que era original, mas que exalava dele cheiro de pele – pelo fato de que era como se alguém tivesse apoiado a mão por bastante tempo.

O dono era judeu de muitas gerações, contudo a sua aparência era estranha; tinha um olho apenas e em volta por todo o rosto halos coloridos como arco-íris. As expressões de seu corpo aconteciam lentamente (porque ele era muito alto).

Esse homem me disse que aquilo era muito antigo e por isso muito caro, sobre aquele Tanach estava o peso do que muitos outros fizeram com ele, e esse era o motivo de exalar cheiro de pele, através de suas palavras eu visualizava o seu material e via o couro endurecido, mas o que eu vi de fato não era no formato de um livro, mas de um Shofar gigante feito com pele de boi. E a questão aqui não era aprender a ler, mas construir som.

As suas melodias haviam sido criadas pelos seus antigos possuidores, e era esse som que exalava aquele cheiro que permaneceu impregnado. Eu me apoiava no Shofar como quem se apoia numa bengala e onde eu me apoiava isso era a letra Yod e mais para baixo ele se ia ondulando de jeito que sua ponta era ainda mais sinuosa me lembrando de modo geral uma grande letra Nun. Ele guardava todas as impressões e ações de seus donos anteriores sobre ele, e elas eram como conteúdos acrescentados.



O significado desse sonho é...

Ainda naquela época eu não havia estudado as Reshimot – que são as memórias (impressões) das Almas também não havia estudado a questão das vestimentas, e de fato, uma alma anterior veste a alma posterior. O pictograma da letra Alef é a cabeça de um boi, e como sabemos o arado é o Tzeruf do Alef Beit no seu movimento de ir para trás e para frente – e esse é o significado de arar a terra. A letra Alef é composta de dois Yodim e um Vav totalizando 26 que é o nome do Qadosh Baruch Hu que é onde eu estava me apoiando que é o próprio Shofar. Esse é o Shiur Qomah – o formato do corpo do Divino.

O Shofar emana da sefira Binah e ela dá à luz à todas as cores do Arco-íris e às notas musicais, isto é a Torah escrita e a Torah oral.

Os pés do Rav são o segredo de sua Alma Netzah e Hod conforme já explicado. Nos meus sonhos, um avião quase sempre significa um nível de entendimento que veio, principalmente um avião de pequeno porte.


Refinando as centelhas da Qlipot Nogá

 18 de março, 2024